O mochilão com o qual tanto sonhei se aproximava: em dois dias eu embarcaria para a Europa com o meu amigo e sócio Walmar Andrade para o que havíamos displicentemente chamado o 1° Mochilão Mude.nu.

Eu sairia do Recife para Brasília – onde passaria um dia na casa do Walmar – e no dia seguinte voaríamos de Brasília para Amsterdam, a cidade que só não é perfeita por causa de um único defeito.

Acho que eu não preciso dizer o quanto eu estava feliz com o que faria nos próximos 17 dias. Iria mochilar pelo mundo, um sonho que muitas pessoas possuem, mas que, infelizmente, apenas uma pequena parcela delas consegue realizar. A felicidade que eu sentia misturava-se a uma gratidão sincera.

Fui até o meu quarto e olhei o que havia escrito no meu espelho no dia 31 de Dezembro de 2013, o último dia do ano passado: minhas metas para 2014. E lá, entre as metas do grupo “Fazer” estava escrito:

Mochilão Europa

E lá, entre as metas do grupo “Fazer” estava escrito… Mochilão Europa.

Em menos de 20 dias aquele objetivo que parecia tão distante quando o escrevi no espelho há alguns meses (na época até pensei que não conseguiria realizá-lo) poderia ser riscado (na foto acima, tirada após o meu retorno, ele já está riscado) e considerado concluído. Que satisfação!

Li aquelas palavras no espelho, sorri discretamente e voltei para a sala para trabalhar em uma parte importante da viagem, um desafio que eu estava disposto a vencer.

Um mochilão com uma mochila e nada mais

Eu estava disposto a fazer desse mochilão uma oportunidade de crescimento pessoal em vários sentidos, inclusive aproveitando-o para me aprimorar no estilo de vida minimalista com o qual me comprometi seriamente há aproximadamente um ano.

Eu já havia dado grandes passos na direção de uma vida mais menos atribulada,  uma vida mais livre e repleta de significado.

Eu já havia largado tudo para trabalhar no que amo e assumido a cadeira de Piloto da minha própria vida (leia o meu livro para entender melhor essa história). O mochilão era o momento perfeito para dar um próximo passo!

E o próximo passo seria viajar com uma mochila de nada mais! Na minha cabeça isso seria como “coroar” o estilo de vida que há tanto tempo sonhava para mim e que hoje está se tornando uma realidade.

Mas eu terminei falhando ainda na primeira etapa do desafio.

Uma mochila e nada mais, mas sem “casa nas costas”

Seria fácil dizer que viajaria com apenas uma mochila nas costas e tratar logo de comprar uma daquelas mochilas imensas que cabem tudo e mais um pouco e que são como “casas nas costas”. Eu não faria isso.

Havia dito para mim mesmo que viajaria com a mesma mochila que uso todos os dias para fazer minhas atividades cotidianas: a mesma que uso para ir à reuniões de trabalho, aos treinos de natação, aos cafés onde costumo trabalhar no Recife e às viagens que faço para cidades e estados próximos.

Eu usaria a mesma mochila de sempre.

Valongueiro em Berlim.

Chegando em Berlim com a minha mesma mochila de sempre.

A vaidade fazendo vítimas

Acontece que a “necessidade” de levar um determinado item comigo me fez fracassar já no início. Não só me fez fracassar como também me deu um tremendo prejuízo. Explico adiante, apenas continue lendo.

Eu queria levar a minha velha máquina de cortar cabelo comigo e eu não poderia embarcar com ela na minha mochila: eu teria que despachá-la no check-in.

Passar 17 dias sem raspar a minha belíssima careca não era uma opção para mim! :-)

Eu “precisava” levar a máquina de cortar cabelo; e já que teria que despachá-la aproveitei para levar alguns outros itens comigo: desodorante, creme de barbear, barbeadores, shampoo (sim, sou careca e uso shampoo!), condicionador (sim, sou careca e uso condicionador!) etc.

No final das contas eu estava levando comigo uma segunda bagagem: uma pequena bolsa composta de itens que eu poderia facilmente comprar na Europa. E tudo por conta da (falsa) necessidade de levar comigo uma velha máquina de cortar cabelo (que não foi lá muito útil, diga-se de passagem).

A falsa necessidade e a vaidade fazendo novas vítimas! :-)

Bem, apesar de ter fracassado logo de saída na missão de viajar com “uma mochila e nada mais” eu não desanimei e comecei a trabalhar na organização da minha mochila principal. E essa parte foi bem interessante!

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A mochila mágica

Levei tudo o que precisava e o que não precisava na minha simples mochila. Fui um mestre na organização dela! :-)

Foi interessante perceber durante a viagem que levei em minha mochila inclusive coisas que o Walmar não levou, apesar dele ter viajado com uma mochila maior que a minha. Entre esses itens estavam:

  1. Uma calça jeans extra. Viajei com um calça e levei outra na bolsa, o que me fazia ter sempre uma calça limpa para usar enquanto a outra estava secando. Já o Walmar sempre precisava esperar que a calça dele estivesse seca para voltar a usá-la. Fui sábio!
  2. Um tênis extra. Viajei com uma bota e coloquei um tênis de corrida na bolsa. Não o usei para correr nenhuma vez, mas ele foi extremamente útil nas longas caminhadas que fizemos durante o mochilão (em algumas cidades caminhamos por mais de 15h).
  3. Roupas para nadar e correr. Elas não foram usadas, mas eu ficaria extremamente chateado se desejasse correr ou tivesse a oportunidade nadar e não pudesse por não ter trazido o que precisava. Em todas as viagens que faço levo comigo roupas para correr e nadar.

OK, chega de me gabar de ser “o sábio organizador de mochilas para mochilões” e vejamos algumas fotos dos itens que levei comigo para essa grande aventura:

Visão geral dos itens da mochila.

Visão geral da bagunça.

Pronto para correr e nadar!

Pronto para correr e nadar!

Um truque simples para economizar espaço.

Um truque simples para economizar espaço.

Vou listar os itens para ajudar você a ter uma idéia mais clara do que levei dentro da mochila para uma viagem na qual estive por 17 dias pelo mundo:

  • 1 calça jeans
  • 8 camisetas
  • 1 bermuda
  • 1 short de corrida
  • 1 camiseta de corrida
  • 1 par de tênis para corrida
  • 1 macaquinho de triathlon (para nadar)
  • 2 óculos de natação
  • 1 faixa elástica (para alongamentos)
  • 12 cuecas
  • 6 pares de meia
  • 1 escova de dentes
  • 1 creme dental pequeno
  • 1 garrafa d’água pequena
  • Alguns elásticos e sacos plásticos

E agora os itens que levei fora da mochila, pois estavam sempre (ou quase sempre) comigo:

  • Doleira (com passaporte e dinheiro)
  • Carteira
  • Kindle
  • Celular
  • Relógio
  • 1 jaqueta
  • 1 fone de ouvido
Alguns itens que levei comigo, fora da mochila mágica.

Alguns itens que levei comigo, fora da mochila mágica.

Apesar da pouca quantidade de roupas que eu levei tudo correu muito bem e 1) eu não fiquei nu, como minha mãe previu que eu ficaria e 2) não precisei usar roupas sujas ou “passadas”.

Dos 4 apartamentos que alugamos através do Airbnb (Berlim, Praga, Viena e Bruxelas), 2 deles tinham máquina de lavar (Berlim e Viena), o que me possibilitou lavar roupas durante a viagem.

O único “erro grosseiro” que cometi foi esquecer de levar o carregador do meu celular. Mas talvez eu tenha me descuidado do carregador por saber que o Paulo Foerster, nosso terceiro comparsa de viagem, que saiu de Dubai e juntou-se a nós em Berlim, estava levando um novo celular para mim.

Também não levei notebook, pois o Walmar estava levando o dele e o Paulo estava levando um novo notebook para mim também.

Sim, aproveitei os preços mais atrativos de Dubai e a boa vontade de um amigo para renovar o “escritório” que me possibilita viajar pelo mundo enquanto continuo trabalhando normalmente. Excelentes investimentos! :-)

I am a minimalist

Em nossa última viagem de trem, de Bruxelas para Amsterdam, conhecemos na estação uma simpática sul-coreana de nome Irene que também estava indo para Amsterdam.

Irene havia estudado inglês na Inglaterra durante 90 dias e estava naquele momento no início de um mochilão de 45 dias pela Europa. Uma belíssima viagem!

Durante a viagem conversamos e rimos um bocado e nas diversas trocas de trens que realizamos também participaram da conversa um holandês, um americano e um casal de alguma nacionalidade que não lembro (talvez eu não tenha perguntado).

Foi uma viagem muito interessante, uma das mais legais de todo o mochilão. Foi bem enriquecedor, pois aprendemos várias palavras em outro idiomas, perguntamos curiosidades aleatórias e tudo mais.

A troca de experiências com outras pessoas  é, sem dúvida, a melhor parte de qualquer viagem. :-)

Quando chegamos em Amsterdam a Irene ficou impressionada com o pequeno tamanho da minha mochila (ela carregava uma “casa nas costas” e nós a ajudamos durante toda a viagem com aquela imensa mochila) e esse “espanto” dela me deu ocasião de responder um sonoro “I am a minimalist” (“Eu sou um minimalista”) seguido de alguma explicação sobre o quanto preciso de pouco de viver e viajar.

Estava coroado o sucesso da minha empreitada minimalista pela Europa! :-)

A simpática sul-coreana Irene.

A simpática sul-coreana Irene.

E o que houve com a bagagem extra, afinal?

Tomar a decisão de levar a minha velha máquina de cortar cabelo (e com ela mais uma bagagem com outros itens, como descrito no início do artigo) se mostrou uma péssima escolha.

Três eventos mostraram de maneira inequívoca que essa foi uma decisão desastrosa:

  • A Europa é 220V. Pelo menos todos os países que visitamos eram. E a máquina era 110V. Saí do Brasil acreditando, por algum motivo obscuro, que todas as tomadas da Europa forneceriam 110V, o que me fez não procurar um conversor (transformador) para levar. E também não encontrei o conversor por lá. Resultado: não havia como ligar a máquina.
  • Custou caro. Na viagem de avião que fizemos de Amsterdam para Berlim, ainda no início do mochilão, tive que pagar 30 ou 35 Euros (não lembro o valor exato) para despachar aquela bagagem extra. Vejamos: tive que pagar aproximadamente R$100,00 para despachar uma bolsa com 2Kg que tinha dentro dela uma velha máquina de cortar cabelo e alguns produtos de higiene que eu poderia facilmente comprar em qualquer pequena farmácia.

E agora o último ponto, o mais incrível de todos, a minha obra-prima:

  • Eu perdi a bolsa. Exatamente. Eu perdi a bolsa. Na última viagem de trem que fizemos, aquela na qual conhecemos a Irene, eu simplesmente coloquei a pequena bolsa ao lado da minha cadeira e na hora de sair lembrei apenas de colocar a minha mochila nas costas, deixando a pequena bolsa dentro do trem.

Bem, depois dessa acho melhor ficar por aqui. :-)

Espero sinceramente que esse artigo tenha inspirado você de alguma forma e que ele possa lhe ser útil no momento em que você estiver decidido a colocar o pé no mundo e conhecer um pouco das maravilhas que existem para além das portas das nossas casas e dos nossos escritórios.

Desejo o melhor para sua vida!

Um abraço e conte comigo para o que precisar.

André Valongueiro

André Valongueiro é coach, educador e escritor. Vive a vida nos seus próprios termos, viajando o mundo enquanto trabalha 100% online. Aprendeu a arte de realizar sonhos com paz e sem ansiedade e quer ajudar você a fazer o mesmo. Visite o blog pessoal.

20 Comentários

  1. Sensacional André!
    Já dei um pequeno passo para uma vida minimalista e vejo como um grande progresso. Eliminei vários itens e roupas de meu guarda roupa. Consegui deixa-lo mais organizado, porém ainda tem muitos itens quais posso abrir mão. O importante é dar um passo de cada vez. Parabéns pela sua conquista! Espero chegar lá também.

    Responder
    • Obrigado, @Lucas_MarianoEstorino! :-)

      Um passo de cada vez, é esse o grande segredo. Pouco a pouco vamos percebendo do que realmente precisamos para viver. Alguns precisam de mais, outros de menos. Temos sorte por necessitarmos de um número menos de coisas para viver.

      Acho que isso é realmente excelente e abre um imenso número de possibilidades!

      Um grande abraço!

      Responder
  2. Olá, André!

    Eu tenho uma angústia gigantesca por carregar, diariamente, uma bolsa carregadíssima, com itens que muitas vezes não uso.

    Dentro da minha bolsa 10 necessaires:

    1 — medicamentos
    2— estojo de material de escritório (lápis, caneta, borracha, grampeador, marcadores de texto de diversas cores)
    3— álcool em gel e hidratante para as mãos
    4— serum anti—friz e Protetor solar para o rosto
    5— kit básico de maquiagem (bb cream, lápis pra preenchimento de falhas na sobrancelha, lápis para contorno dos lábios, rímel incolor, rímel preto, 1 sombra discreta, 1 batom)
    6— chicletes e pastilhas sugar
    7— carregadores, MP3, fone de ouvido
    8— absorventes íntimos
    9— escova dental, fio dental, pasta dental, colírio, kit de costura, creme nutritivo para unhas, bandaids
    10— chaves, controle do portão do prédio, espelho de bolsa, pendurador portátil de mesa para bolsa.

    Fora isso, um pacote pequeno de lenços demaquilantes e um pacote pequeno de lenços umedecidos íntimos

    Ah, e dois aparelhos de celular.

    Também não posso esquecer dos lanchinhos. Comecei a fazer a dieta Paleo, por isso ando com lanchinhos na bolsa para evitar cair em tentação com as comidas/guloseimas das lanchonetes e restaurantes.

    Todo dia é um tormento carregar tanto peso em ônibus cheio!

    Imagine a quantidade de bagagem que eu levo numa viagem de alguns dias!!!

    Como encontrar a cura pra isso? rsrsrs

    Um abraço,
    Elise Madureira.

    Responder
    • É, @Elise_Madu, não deve ser fácil ser mulher! :-)

      Eu começaria a virar o jogo mantendo um registro dos itens que usei em cada um dos dias da semana. Realizando esse controle por uma semana (você pode montar um checklist listando todos os itens e marcando durante o dia quais deles você usou) você terá uma idéia bastante clara daquilo que realmente faz uso e daquilo que não faz.

      A partir disso você pode eliminar aos poucos aquilo que não tem usado.

      Outra possibilidade interessante seria criar diversos checklists com os itens necessários para os seus principais compromissos e montar a sua bolsa colocando nela apenas os itens que serão necessários para aquele compromisso específico.

      Os checklists são uma ferramenta fabulosa para lidar com esse tipo de complexidade logística que você está lidando.

      Espero que você tenha entendido as sugestões. Qualquer dúvida é só comentar novamente, OK? :-)

      Um abraço!

      Responder
  3. O comentário anterior seguiu com alguns erros e cortes. Mas, espero que dê para entender a ideia geral.

    Obrigada!

    Elise Madureira.

    Responder
    • Sim, @Elise_Madu, entendi e dei algumas sugestões no comentário acima. Boa sorte! :-)

      Um abraço e obrigado pela participação!

      Responder
  4. Ótimas dicas André, aprendi bastante, inclusive não tinha conhecimento sobre os serviços do Airbnb, viajar pelo mundo é um dos meus sonhos. E ainda vou fazer um mochilão desses, mas sem levar máquina de cortar cabelo kkk.

    Fica com Deus, cara!

    Responder
    • Valeu, @Elan_Nascimento. Fico feliz que tenha curtido o artigo e as dicas! :-)

      Apesar do tropeço com a máquina de cortar cabelo foi tudo muito divertido. Torço para que você tenha a maravilhosa oportunidade de realizar esse sonho. E sei que fará isso!

      Um grande abraço e sucesso!

      Responder
  5. Excelente texto, André. Pra mulher é mais complicado compactar as coisas, mas pra nós, homens, não tem problema. Eu me viraria com só uma calça jeans (não suja muito, e se sujar, ninguém percebe :P) e 2 pares de meia. Faço aqueles “rolinhos” com as camisas e bermuda(s) e ganho espaço na mochila/mala também. Também gosto de levar coisas que estão acabando, como perfumes e shampoos, pq já deixo a embalagem pela viagem mesmo e compro algo novo por lá. Bom, por mais experientes que sejamos em viagens, sempre tem algo que nos arrependemos de levar pq não precisava! :P

    Responder
    • Fala, @Felipe_Maciel! :-)

      O problema em levar apenas uma calça jeans, para mim, é que sinto um tremendo incômodo em usar uma calça suja. Não porque alguém vá perceber, mas pela sensação de estar vestindo a mesma roupa há dias. Prefiro mesmo dedicar mais um espaço na mochila para levar uma segunda calça.

      A dica de levar coisas que estão acabando é excelente. Não fiz isso, mas ficarei atento em uma próxima viagem. Excelente dica!

      Um grande abraço e obrigado por participar!

      Responder
  6. Gostaria de começar a planejar um mochilão desses. Adoraria algumas dicas. Dá pra fazer com minha filha adolescente?

    Responder
    • @Nelia_Quaresma, penso que seja completamente possível e viável viajar com a sua filha adolescente. Viajar pela Europa é muito fácil, especialmente para quem se vira bem (ou fala fluentemente) com o inglês.

      Comece pensando que região da Europa gostaria de visitar. O oeste (Inglaterra, Escócia, Holanda, Bélgica etc.), o leste (República Tcheca, Hungria, Polônia etc.), o norte (Dinamarca, Suécia, Noruega e Finlândia), o sul (França, Espanha, Itália, Portugal etc.)?

      Uma vez que você saiba o que gostaria de visitar as coisas se tornam mais fáceis, pois há inúmeros roteiros excelentes prontos na internet e muita informação disponível.

      Um mochilão é um desafio de organização e planejamento fantástico e a viagem já começa com esse processo. Aprenda a curtir esse trabalho de pesquisa, você verá que é possível se divertir durante horas pesquisando preços, atrações, hotéis, transportes, cultura etc.

      Um abraço e boa sorte no mochilão com a filhota. Divirtam-se ao máximo! :-)

      Responder
  7. Sem palavras depois dessa leitura…
    André, seus artigos tem mudado toda uma concepção que eu tinha de vida: aos poucos estou me libertando de muita coisa imprestável e abrindo-me para aquilo que meu medo e a minha “cegueira” não me deixava sequer pensar. Muita obrigada!!

    Responder
    • Olá, @Nara_GomesBorges! :-)

      Fico feliz que os meus artigos e o Mude.nu estejam sendo tão importantes para você. Esse é um sinal claro de que o nosso trabalho está gerando os resultados com os quais tanto sonhamos!

      Continue conosco, temos muita coisa adiante! :-)

      Um abraço e sucesso!

      Responder
  8. André.

    Essa foi a primeira coisa que aprendi ao chegar de mochila no Chile; seja um minimalista.

    Eu enfiei notebook, várias calças, várias jaquetas e conclui que na próxima viagem vou levar apenas uma calça ou quem sabe duas, você em convenceu, duas bermudas e várias camisetas!!! E uma jaqueta apenas se for frio. Mas nada de notebook e cosa do tipo, o celular da pro gasto. hoihaohioahoa

    Responder
    • Boa, Diego!

      Viajar sem um notebook é um desafio e tanto. Eu confesso que não sei se faria isso, ainda mais tendo sites para atualizar, e-mails de alunos para responder e podcasts para publicar.

      Boa sorte na próxima viagem. Torço para que ela seja ainda mais minimalista. É realmente muito interessante viajar assim e hoje não me vejo mais carregando uma mala pesada comigo.

      Um grande abraço e tudo de bom!

      Responder
  9. Andre! Muito legal o post. Atualmente eu moro em Dublin, Irlanda.
    Estou prestes a encarar um mochilao de 51 noites pela europa rodando em torno de 10 paises.
    Seu post me ajudou a lugares para visitar em Amsterda e o que levar me minha mochila.
    Um grande abraco

    Responder
    • @renan_guimaraes, você acredita que eu quase tomei a decisão de ir para a Irlanda esse ano? Pensei em Dublin, mas logo depois me decidi por Galway.

      No entanto, uma grande oportunidade de conhecer a China bateu à minha porta e estou me organizando para passar alguns meses por lá ainda esse ano.

      Mas durante esse período de pesquisa tive tanto contato com a Irlanda que ela agora figura como o próximo destino a ser visitado na Europa. Um mochilão Irlanda, Inglaterra e Escócia certamente irá acontecer. Questão de tempo! :-)

      Obrigado pela participação e boa sorte com o mochilão. Será fantástico! 51 dias e 10 países. Uau!!!

      E não deixe de pedalar MUITO em Amsterdam. Aquela cidade é espetacular!

      Um abraço!

      Responder
  10. Olá André! Acabo de encontrar o mude.nu e estou adorando conhecê-lo e ler os seus posts. Tenho muita vontade de viajar (nunca viajei de avião, mas é um sonho que espero realizar em janeiro), ainda mais de fazer um mochilão pela Europa. Gostaria de saber quanto você precisou gastar nessa viagem (tirando a renovação de seu escritório e as despesas com a malinha extra rsrs). Desde já muito obrigado e um grande abraço!

    Responder
  11. André,
    Que maravilha seu relato! AMAZING!
    Qual é o tamanho da sua mochila? Marca? Modelo? Recomenda outra hoje, depois de outras experiências?
    Grande abraço, Dani

    Responder

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