O livro Getting Things Done, que no Brasil ganhou as traduções de “Produtividade Pessoal” e mais recentemente “A Arte de Fazer Acontecer” mudou a forma como organizo as coisas em minha vida. Longe de ser um livro de auto-ajuda, a obra de David Allen traz na verdade uma eficiente metodologia de organização pessoal com o objetivo de:

  • Fazer você trabalhar menos tempo
  • Fazer você trabalhar mais produtivamente
  • Liberar sua mente para pensar em coisas criativas
  • Ter controle sobre (quase) tudo o que você tem a fazer

Embora sejam tratados por alguns como revolucionários, os ensinamentos de David Allen na verdade compõem apenas uma método claro para as pessoas aprenderem a lidar melhor com seus afazeres. Todos nós lidamos com eles todos os dias, mas fazemos isso muito mais intuitivamente do que organizadamente. O segredo da metodologia GTD está apenas em organizar a forma como processamos e executamos essas informações.

O conceito da metodologia Getting Things Done

O conceito-chave do método de Allen é que a produtividade das pessoas é proporcional à capacidade de deixar o trabalho fluir. A idéia é mantenha o foco nos resultados ad infinitum e sempre execute a ação mais imediata da atividade mais importante. Esse conceito obviamente é muito mais destrinchado no livro, indispensável mesmo com as diversas informações disponíveis na web sobre a metodologia.

O GTD orienta a retirar tudo das nossas cabeças, colocando as pendências que temos em um sistema confiável, que seja revisado periodicamente. Com a mente livre de lembrar de tudo o que temos a fazer, aumenta o espaço disponível para a criatividade e a solução dos problemas.

O fluxograma da metodologia

Essas são as cinco macro-etapas do Getting Things Done:

  1. Coletar
  2. Processar
  3. Organizar
  4. Revisar
  5. Executar

Primeiro devemos coletar – física e mentalmente – todas as pendências que temos, todas mesmo. Depois que estiverem todas reunidas em um sistema confiável e fora de sua cabeça, devemos processá-las e organizá-las uma a uma, perguntando-se o que é, se é passível de ação (se não for, arquiva-se), e qual encaminhamento deve ser dado (fazer na hora, delegar, adiar ou pôr no calendário).

Veja como funciona, no diagrama feito pelo site Gestão de Tempo:

Fluxograma do GTD em português - Workflow Getting Things Done

O último ato é executar, perguntando-se sempre qual o primeiro passo em termos de movimento físico que deve ser feito para que aquela pendência deixe de ser uma pendência.

Walmar Andrade

Walmar Andrade é bacharel em Comunicação Social, com extensão em jornalismo on-line (UFPE), MBA em Planejamento, Gestão e Marketing Digital (FECAP-SP) e Master en Comunicación Empresarial (INSA-Barcelona). Escreve sobre comunicação e marketing digital no blog Fator W.

2 Comentários

  1. belo post ! estou utilizando esse método, uma ferramenta poderosissima paraorganizar as tarefas é o wunderlist, recomendo a todos !

    Responder
    • Eu também utilizo o Wunderlist, Fredson. Acho o melhor programa gratuito e multiplataforma atualmente.

      Responder

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