Por que compramos e mantemos tantas coisas de que não precisamos, mesmo sabendo que o consumismo não é algo positivo?

A resposta: por medos e inseguranças diversos, a maior parte deles completamente irracionais.

Como frear o impulso do consumismo em nossas vidas?

Primeiro precisamos identificar e desmascarar esses medos e inseguranças.

Depois precisamos aprender a reconhecer a verdadeira natureza dos nossos desejos de consumo. Eles são necessidades reais ou apenas impulsos de compra sem grande significado?

Você gostaria de ser guiado por essas etapas e aprender como vencer o consumismo que desperdiça seus recursos e fortalece cada vez mais seus medos e inseguranças?

Esse artigo será o seu guia confiável para isso. Nele investigaremos a natureza do consumismo exagerado e aprenderemos a vencê-lo!

Eu prometo que este artigo pode fazer a diferença na sua vida – uma grande diferença!

Parece interessante? Então continue lendo para aprender como vencer o consumismo.

Aqui está uma lista do que veremos:

  • Investigando a natureza e as causas do consumismo
  • As raízes pré-históricas do medo e a ilusão da libertação por meio do consumo
  • A melhor maneira de lidar com seus medos e inseguranças
  • A consciência da morte como remédio contra o consumismo
  • Como vencer o consumismo com uma estratégia simples de 30 dias

Quais as causas do consumismo?

Consumismo

Muitas pessoas apreciam a idéia de simplificar a vida e viver com menos, mas o fato é que poucas tomam a atitude de diminuir suas posses.

Pior: elas continuam comprando mais e mais coisas. O que as motiva a continuar comprando?

É o medo e a insegurança que nos fazem comprar e manter coisas de que não precisamos.

Talvez essa afirmação pareça estranha para você, então vamos considerar algumas situações comuns na sua própria vida.

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Situações comuns

  • Por que você coloca tantas coisas em uma mala ou mochila de viagem? Você acredita que talvez precise daquelas coisas. E você tem medo de precisar de algo e não o ter com você. Trata-se de uma insegurança.
  • Por que você compra novas coisas para uma viagem? Você não sabe do que poderá precisar. Você tem medo de não estar preparado. Mais uma insegurança.
  • Por que você mantém coisas que não usa mais? Você acredita que pode precisar delas um dia. Você provavelmente não irá precisar, mas não tem certeza disso. E a incerteza o deixa inseguro.
  • Por que você mantém livros e equipamentos que não usa mais (ou que nunca usou)? O violão encostado e a esteira empoeirada no canto da sala são ótimos exemplos disso. Você os mantém porque acredita que um dia os usará e livrar-se deles seria como acabar com suas esperanças.
  • Por que você resiste em se livrar daquilo que não usa mais? Você pagou por essas coisas e livrar-se delas significaria um desperdício. No entanto, se você está mantendo algo que não está sendo usado, isso já é um desperdício. Manter objetos consome recursos: eles ocupam espaço, exigem alguma manutenção e, de alguma maneira, solicitam sua atenção.
  • Por que você mantém mais roupas e acessórios do que precisa? Essas coisas são instrumentos de auto-expressão para você. Livrar-se delas seria limitar suas opções de auto-expressão. Você teme não poder ser quem você deseja ser nas diversas ocasiões sociais que podem surgir no futuro.

E a lista segue…

A lista poderia continuar, mas acredito que você já percebeu que compramos e mantemos tantas coisas apenas porque temos muitos medos diferentes.

Certamente existem outras motivações para comprar e manter coisas, mas o desejo de estar preparado para qualquer ocasião – e o medo de não estar preparado – governa uma imensa parte das nossas motivações para o consumo.

Vamos aprofundar um pouco mais o nosso entendimento das causas do consumismo. Precisamos cavar um pouco mais fundo.

As raízes pré-históricas do medo e a ilusão da libertação por meio do consumo

Origens do consumismo

Hoje temos uma vida confortável e segura. Não morreremos de fome e nenhum predador nos comerá. Mas no passado o medo da morte era um sentimento sempre presente. O tempo passou, mas os medos pré-históricos que garantiram a sobrevivência da espécie humana se incorporaram à estrutura da nossa psique.

Algo interessante a ser considerado é que alguns dos medos descritos acima possuem até mesmo raízes pré-históricas.

Naqueles tempos realmente precisávamos de coisas que nem sempre estavam disponíveis – um abrigo ou algo para nos cobrir, por exemplo – e cuja falta poderia significar nossa morte.

Os medos pré-históricos são um dado profundo da nossa realidade psíquica e agem em nós silenciosamente.

Queremos coisas para nos ajudar a lidar com medos e ansiedades, para nos fazer pensar que estamos preparados para qualquer acontecimento e nos fazer acreditar que tudo ficará bem.

É claro que tudo isso é ilusão e que esses objetos jamais nos deixarão suficientemente seguros.

O futuro continuará a ser incerto e continuaremos desejando ter novas coisas para lidar com os novos medos que vão surgindo indefinidamente em nossa cabeça.

Somos ótimos em criar novos medos. E ótimos em desejar bens de consumo que poderão servir como mecanismo de compensação desses medos.

Em resumo: a idéia de libertação dos medos por meio do consumo é ineficaz, ineficiente e ilusória.

A melhor maneira de lidar com os medos

Consumismo definição
Há uma maneira melhor e mais racional de lidar com os nossos medos. Um método mais simples e mais eficaz do que comprar coisas.

Se formos capazes de colocar esse método em prática conseguiremos combater o nosso consumismo exagerado.

Não só poderemos parar de comprar o que não precisamos, mas também poderemos começar a nos desapegar daquilo que temos hoje e que consome nosso tempo, energia e espaço físico.

Colocando esse método em prática poderemos, enfim, vencer o consumismoviver uma vida mais simples.

Uma dica rápida: se você tem interesse em começar a viver com menos não deixe de ler o meu Guia de Introdução ao Minimalismo.

Você está pronto? Vamos em frente!

1. Reconheça e encontre seus medos

Como vencer o consumismo
A primeira atitude é reconhecer a presença do medo em seu espaço mental e assumir que o medo está motivando você a ter certos comportamentos e tomar certas decisões.

Em outras palavras: reconheça que sua conduta está sendo definida – ou pelo menos influenciada – por certas impressões que circulam repetidamente em sua mente.

Observe sua ansiedade e preocupação em relação as suas incertezas e inseguranças. Apenas observe em silêncio.

No processo, perceba que você não é o seus pensamentos. Você é o observador que vê seus pensamentos surgirem e sumirem na sua mente.

O que você teme? O que o deixa inseguro e abalado? Reflita um pouco.

2. Não fuja do encontro com seus medos

Consumismo exagerado
Quando nos deparamos com algum medo, nossa tendência é procurar fugir dele o mais rápido possível. Essa é nossa resposta ao desconforto.

Fazemos isso de muitas maneiras, entre elas comprando coisas, fazendo algo relaxante que possa nos fazer esquecer o incômodo ou simplesmente comendo algo prazeroso.

Temos muitas “técnicas” para evitar o que é desconfortável e perturbador.

Todas essas coisas (e muitas outras), no entanto, são apenas fugas. Elas apenas nos fazem esquecer o desconforto, porém não possuem nenhum poder para nos libertar dos medos ou os enfraquecer.

Em vez de fugir, tenho outra sugestão: permaneça na presença do seu medo; encare-o; respire; contemple-o. Respire. Respire… Não fuja.

3. Sorria sem medo para seus medos

Consumismo no Brasil
Você está na presença dos seus medos: sorria para eles.

Exerça a maravilhosa virtude da coragem e sorria para os seus medos sem medo.

Posso ver um leve sorriso em seu rosto. Ótimo. :)

Perceba que os seus medos estão sendo superdimensionados. Perceba que, ao temer certas coisas, você está sendo apenas uma “criança assustada”.

Seus medos não são tão grandes nem tão ameaçadores quanto parecem. Sua ansiedade está dando a eles mais poder do que realmente possuem.

Eles são perfeitamente naturais; são compartilhados por toda a humanidade. Como vimos, muitos deles possuem até mesmo raízes pré-históricas.

Eles são, em grande parte, irracionais. Não há necessidade de fugir deles ou se preocupar tanto com eles. Não permita que seus medos tirem sua paz.

Continue sorrindo para eles. O seu sorriso irá dissipar grande parte do poder aparentemente atemorizador dos medos irracionais.

Se um dia você me encontrar por aí concentrado em algo e sorrindo sozinho, as chances de que eu esteja praticando esse exercício são grandes. Faço isso o tempo todo.

4. Desenvolva uma amizade com seus medos

Epicteto Consumismo

Epicteto (55 d.C — 135 d.C) nasceu em Hierápolis, atual Turquia, mas viveu a maior parte da vida em Roma. Nasceu escravo, mas seu dono o libertou para que pudesse seguir os ensinamentos do Estoicismo. Os estoicos, entre outras coisas, pregavam uma vida “conforme a natureza” e ensinavam que as emoções destrutivas resultam de erros de julgamento.

O conselho pode parecer estranho, mas é exatamente isso: desenvolva uma amizade com os seus medos.

Seja curioso a respeito deles e procure conhecê-los cada vez com mais intimidade.

Quais são os sinais que eles fazem surgir em seu corpo?

  • Sua respiração torna-se acelerada?
  • Sua postura torna-se curva?
  • Sua pele apresenta alguma modificação (acne, herpes, psoríase etc.)?

Como eles modificam o seu estado mental?

  • Sua capacidade de concentração é afetada?
  • Você se torna irritadiço e impaciente?
  • Você experimenta um declínio da sua capacidade produtiva?

Uma vez que você entenda o funcionamento e as características dos seus medos, será muito mais fácil lidar com eles.

Você aprenderá a reconhecê-los rapidamente e fazê-los perder força até que se tornem apenas nuvens passageiras voando e passando no céu da sua mente.

Você abrirá um sorriso e os verá indo embora rapidamente. Você terá aprendido como vencê-los.

A consciência da morte como remédio contra o consumismo

Além do método racional e dialético apresentado acima, podemos alcançar a libertação de muitos dos nossos medos por meio de uma constante lembrança da morte.

Observe essas palavra do filósofo Epicteto (55 d.C — 135 d.C) sobre a importância da consciência da morte:

Mantenha frente aos seus olhos, dia a dia, a morte e o exílio e todas as coisas que nos parecem terríveis; mas sobretudo a morte, que é a maior delas. Dessa forma, você nunca irá descer seus pensamentos até aquilo que é desprezível e nunca irá desejar nada em excesso, além das suas medidas apropriadas. Epicteto

Para Epicteto, então, a constante lembrança da morte é como um “remédio” contra o desejo desmedido – “além de suas medidas apropriadas” – de consumir.

Agora leia as palavras do revolucionário Steve Jobs (1955 — 2011):

A lembrança de que um dia iremos morrer é a melhor maneira que já encontrei para evitar a idéia de que temos algo a perder. Você já está nu, não há nenhuma razão para temer seguir o seu coração. Steve Jobs

Esse humilde artigo de blog não pode, obviamente, tratar com a profundidade adequada o tema da morte, que é o maior e mais sério dos temas (e um dos meus favoritos).

No entanto, ao longo da história do pensamento humano, muito foi dito e muita coisa se descobriu sobre a morte. Talvez você queira empreender sua própria pesquisa. Recomendo.

A morte, pelo menos num certo sentido, é uma libertação – entendê-la também. Estude-a.

Como vencer o consumismo com uma estratégia simples

Consumismo consciente
Livre dos medos irracionais, você está agora em uma posição favorável para combater – e vencer! – o consumismo. Você quer vencê-lo, não quer?

Uma estratégia simples e bastante eficiente para frear o ímpeto de comprar e acumular coisas que você não precisa é o Teste dos 30 Dias.

Esse teste me fez mudar de idéia e desistir da compra de um carro em 2011 (a compra teria sido um péssimo negócio!).

Descobri que eu queria comprar um carro simplesmente porque tinha condições de fazer isso. Não havia nenhuma razão séria para justificar a compra.

O Teste dos 30 Dias consiste em testar o nosso desejo de compra afim de descobrirmos se ele é uma necessidade real ou apenas um capricho ou uma resposta a uma insegurança ou medo.

Vamos supor que você queira comprar um novo smartphone, mas esteja inseguro quanto a verdadeira necessidade da compra, já que o seu aparelho atual ainda está funcionando razoavelmente bem.

Simplesmente coloque esse desejo de compra em uma lista por 30 dias e esqueça-o por esse tempo.

Depois de 30 dias (programe uma notificação para receber um aviso de que o prazo terminou), avalie se o desejo da compra ainda existe ou se ele foi dissipado.

Se você concluir que comprar um novo aparelho celular é realmente uma necessidade, compre-o.

Se perceber que o desejo da compra perdeu força e era muito mais um impulso consumista do que uma necessidade real, desista da compra e economize o seu dinheiro.

O Teste dos 30 Dias é uma estratégia muito eficiente para combater nossos ímpetos de consumo. Experimente.

O questionário que vai desmascarar seus medos e inseguranças

Consumismo
Você gostaria de investigar com mais profundidade seus medos e inseguranças para entendê-los melhor e aprender a desmascará-los com mais facilidade?

Preparei para você um questionário com perguntas que vão ajudar nessa investigação.

Sugiro que elas sejam respondidas à mão – usando a boa e velha caneta ou lápis.

Copie e imprima a lista, procure um lugar onde você possa encontrar-se consigo mesmo para refletir e escrever suas respostas.

Escreva. Escreva com calma. A escrita é, como dizia Louis Lavelle, “instrumento de progresso espiritual”.

Medite sobre cada pergunta e coloque suas impressões no papel: escrever é o mais poderoso método de auto-conhecimento já inventado. Use-o.

As perguntas são as seguintes:

  1. Quais os meus principais medos?
  2. Se as coisas que temo vierem a me acontecer, quais serão suas piores consequências? O que de pior pode me acontecer?
  3. Tenho qualidade humana suficiente para suportar essas consequências com dignidade e enfrentá-las com coragem? (Sim, você tem!)
  4. Caso as coisas que temo venham a me acontecer, quais as chances reais de que suas consequências sejam as piores e mais trágicas? (Na quase totalidade dos casos, as chances de que as consequências mais trágicas aconteçam é praticamente nula. Somos dramáticos.)
  5. “Quanto de tua existência não foi retirada pelo sofrimento sem necessidade?” — Sêneca (4 a.C — 65 d.C)

Conclusão: vencer o consumismo requer apenas uma tomada de consciência

Francis Bacon - Consumismo

“A leitura torna o homem completo; a conversação torna-o ágil; e o escrever dá-lhe clareza e precisão.” — Francis Bacon (1561 — 1626)

O consumismo é, na maior parte dos casos, apenas uma tentativa de aliviar o incômodo que nossos medos e inseguranças nos causam.

Nada de trágico irá lhe acontecer e estou certo de que você é alguém dotado de qualidades suficientes para vencer todas as dificuldades que possam aparecer em seu caminho.

Ânimo! Encare seus medos de frente e derrote-os. Você agora sabe como fazer isso. Mãos à obra!

Se você tiver perguntas e quiser conversar, deixe um comentário abaixo: eu respondo 100% deles.

Se gostou, não deixe de compartilhar (use os botões acima) e de cadastrar o seu e-mail abaixo para receber os próximos conteúdos.

Desejo o melhor para sua vida.

André Valongueiro

André Valongueiro é coach, educador e escritor. Vive a vida nos seus próprios termos, viajando o mundo enquanto trabalha 100% online. Aprendeu a arte de realizar sonhos com paz e sem ansiedade e quer ajudar você a fazer o mesmo. Visite o blog pessoal.

10 Comentários

  1. Mais um artigo sensacional para a sua conta, André! O consumismo é, de fato, uma problemática que precisa ser abordada e necessária de conscientização. Seu artigo é ainda melhor por tratar do Medo e sua parceira Ansiedade. O consumo de bens e produtos é uma das várias manifestações dos nossos Medos e sua pesquisa nos mostra claramente as raízes desses males.

    Muito obrigado por compartilhar seu conhecimento conosco e agradeço mais ainda por nos dar as ferramentas necessárias para combater (e vencer!) nossos medos e ansiedades.

    Um grande e forte abraço!

    Responder
    • Obrigado, Macário. Bom saber que percebeu minha tentativa não de apenas falar sobre o problema, mas de fornecer um método muito simples e prático para começar a solucioná-lo. E melhor ainda contar com você como nosso leitor aqui no Mude.nu.

      Um abraço!

      Responder
  2. Minha vida está mudando depois de ler o seu pdf 55 broncas e meditação. Acordei atormentada pela ansiedade e medo de fazer algo que eu acredito e gosto por insegurança do que os outros vão pensar. Ler isso me fez pensar no quanto dos meus medos são genuinamente meus e que atribuo aos outros e isso estava retirando minha existência. Te admiro de verdade, pessoas como você nos mostram o melhor da vida. Te desejo muita disposição para seguir em frente!

    Responder
    • Larissa, escrevi “55 Meditações e Broncas” com objetivo de que ele pudesse ser para algumas pessoas um livro de cabeceira, uma espécie de “manual” para lidar com problemas e conflitos muito comuns na vida diária, como a questão do aproveitamento, das preocupações, entre outros. Bom saber que no seu caso o livro parece estar servindo exatamente para isso. Obrigado pelo retorno!

      Um abraço e sucesso. Conte com o Mude.nu para o que precisar.

      Responder
  3. Sensacional, André. Muito obrigado por mais um post simplesmente incrível, perfeito, sem descrição a mais pra descrever o quanto são excelentes as suas postagens.

    Responder
    • Obrigado, Lauro. Estamos com muitos planos legais para o Mude.nu e espero que você continue conosco para usufruir de tudo o que estamos preparando aos poucos. Um abraço!

      Responder
  4. Oi André. Como vai?
    Amei seu artigo, seus conselhos e o método proposto – racionalmente – para acabar com nossos medos e ansiedades que nos levam a consumir cada vez mais. Sempre nos fazendo compreender o “como” e o “porquê”, que nos leva à verdadeira razão do consumismo exagerado.
    Obrigada pelos seus excelentes artigos que adoro ler, aprender e pôr em prática.
    Este, especialmente, vou partilhar com uma pessoa que me é muito querida.
    Desejo-lhe uma ótima semana.

    Responder
  5. Olá André, recebi o email hoje, e logo em seguida já abrir para lê-lo. Que texto espetacular; que artigo bem embasado. Obrigado por dedicar seu precioso tempo com dicas como essa. Sucesso; que Deus te abençoe.

    Responder
  6. Olá meu amigo, tenho um problema muito sério em relação ao consumismo, especialmente quando o assunto é comida. Quero comprar e comer toda comida que vejo pela frente, mas depois que comecei a tomar o café com manteiga e óleo de coco que aprendi a fazer aqui no site isso tem melhorado. Porém, não consigo ficar um diazinho sequer sem entrar em algum site de compras. Socorro!

    Responder
    • Oi Lu! Que bom que o café com manteiga ajudou na compulsão por comida! Eu sugiro você instalar no navegador uma extensão para bloquear os sites que não deseja visitar. Eu mesmo era viciado em acessar sites de notícias. Agora se tento entrar no UOL, por exemplo, essa extensão me redireciona para minha lista de tarefas no site Wunderlist :)

      A que eu uso é extensão do navegador Google Chrome, chamada Block Sites: https://chrome.google.com/webstore/detail/block-site/eiimnmioipafcokbfikbljfdeojpcgbh

      Responder

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