Treinar em dupla pode ser vantajoso ou um verdadeiro desastre para quem está no desafio de entrar em forma.

Primeiro, vamos aos pontos positivos. Com um parceiro de treino, você assume um compromisso com outra pessoa em relação a determinada meta (seja ela correr, fazer musculação, entrar em uma dieta ou o que quer que seja). Só isso já o mantém mais motivado, pois somos em regra melhores em cumprir compromissos com outras pessoas do que com nós mesmos.

Por exemplo, se você combina com a outra pessoa de treinar segundas, quartas e sextas em determinado horário, é bem mais provável que compareça na data, horário e local agendados do que se tivesse prometido isso apenas para você mesmo.

Além disso, em determinados exercícios, é sempre bom ter o apoio de outra pessoa. Um parceiro pode ajudar a controlar os movimentos ou segurar uma carga quando você chega ao seu limite físico.

Outro ponto a ser considerado é que somos competitivos. Se estamos em um programa de perda de gordura ou de ganho de massa muscular, por exemplo, não vamos querer ficar muito para trás em relação ao companheiro de treinos.

Por outro lado…

O problema é que nem sempre as coisas funcionam tão bem. Se é complicado arrumar tempo para uma pessoa fazer exercícios com regularidades, com duas pode ser ainda pior.

Também é preciso considerar que um dos dois pode não estar tão comprometido quanto o outro e isso acabar atrasando a evolução da dupla. É como se o que estivesse atrás ficasse puxando o outro para baixo.

Por fim, muitas pessoas erram em arrumar parceiros de treino que não estão no mesmo condicionamento ou que tem objetivos diferentes. Por exemplo, um amigo obeso de 30 anos que vai para a academia com o vizinho adolescente de 18 que praticamente só tem pele e osso. Será difícil para essa dupla treinar junta.

E você, prefere fazer exercícios sozinho ou acompanhado?

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