Sobre o Mude.nu

Todo mundo quer mudar alguma coisa.

Alguns querem mudar de país. Outros querem trocar de profissão. Uns querem emagrecer. Outrem, ganhar mais dinheiro.

E se houvesse também um espaço para conectar essas pessoas e fornecer informações práticas e de qualidade para tais mudanças?

O Mude.nu é essa rede de pessoas se desafiando a mudar para melhor.

Meu nome é Walmar Andrade, sou jornalista de formação e criei o Mude.nu em dezembro de 2010 como uma rede social de desafios.

Já nos primeiros meses de vida, o site atraiu centenas de milhares de visitantes interessados em mudar alguma coisa em suas vidas.

Com o tempo, vi que o interesse maior das pessoas estava não na rede social, mas sim nos conteúdos que eu produzia sobre mente, corpo, produtividade, dinheiro, cultura e vida ao ar livre.

Atualmente, o foco do Mude.nu está na produção de conteúdo de qualidade. Conteúdo que atraia pessoas que gostam de desafiar o status quo.

E que gostam disso por entender que é preciso pensar diferente. Por que realmente acreditam que não dá mais para manter uma mentalidade analógica em um era pós-digital.

Assim, o Mude.nu reúne centenas de posts e milhares de pessoas que acham que o pensamento linear, repetitivo e segmentado da era industrial não serve mais para desconstruir problemas e vencer desafios de uma era multidisciplinar, conectada e exponencialmente imprevisível.

Em que acreditamos

O Mude.nu nasceu para ser um site disruptivo, especializado em desmontar grandes desafios em pedaços menores, para entender como eles podem ser cumpridos e administrados com mais efetividade.

Em pouco tempo, o site começou a crescer e reunir gente interessada em tópicos como produtividade, biohacking, aprendizado acelerado, viagens, futurismo, esportes ao ar livre…

Hoje recebemos todos os meses centenas de milhares de pessoas desconstruindo problemas, compartilhando experiências e formando uma comunidade pulsante.

São temas do nosso interesse:

  • Alimentação natural
  • Aprendizado acelerado
  • Arte
  • Biohacking
  • Compaixão e desapego
  • Condicionamento mental
  • Conhecimento em rede descentralizada
  • Economia colaborativa
  • Educação financeira
  • Formação de hábitos
  • Futurismo
  • Liberdade
  • Moedas virtuais
  • Novas formas de trabalho
  • Produtividade
  • Protagonismo social dos indivíduos
  • Tecnologias disruptivas
  • Vida ao ar livre

Tudo isso sem ficar no “oba oba motivacional” da transformação. Aqui nós queremos compreender racionalmente como as coisas funcionam e como elas podem ser modificadas para melhor.