Em Os Segredos da Mente Milionária, T. Harv Eker fala sobre o problema de ser remunerado com base no tempo e não no desempenho. Para muitos trabalhadores, se você dá o sangue pela empresa ou se passa metade do dia no YouTube e no Facebook, o salário ao final do mês será o mesmo.

Pensando nisso, uma questão vem à cabeça: quantas horas do seu dia você passa realmente trabalhando? Se você for como a maioria das pessoas, terá na ponta da língua a resposta: oito horas.

Mas será que isso é verdade? Dessas oito horas, quantos minutos são gastos fazendo o social com os colegas de trabalho? E checando seu e-mail pessoal ou os portais de notícias? Quantos minutos no banheiro, no Facebook, no Twitter ou comendo um lanchinho?

Não há dados estatísticos, mas talvez esses minutos que não são usados efetivamente trabalhando podem representar até metade (ou mais) daquelas tradicionais oito horas.

Reduzindo o expediente

Trabalho com Pomodoro Technique

Você mensura o seu tempo de trabalho?

Se você pudesse sair do trabalho assim que o cumprisse as tarefas do dia, deixaria de lado todos esses “gastadores de tempo”? Trabalharia intensamente das 8h às 12h e depois do meio-dia teria o restante do dia totalmente livre para você, inclusive para ficar no Facebook e similares?

Usando recursos de time track como o Rescue Time é possível ver o tempo que passamos efetivamente trabalhando. Se usarmos isso racionalmente a nosso favor, podemos ter muito mais tempo para curtir outras áreas da vida não relacionadas ao trabalho.

A questão é saber, sem se enganar, o limite entre trabalho e não-trabalho. Para algumas profissões (jornalistas, publicitários, programadores, analistas de mídias sociais etc.), passar tempo no Facebook pode ser trabalho.

Além disso, há o velho dilema de saber qual a maneira mais produtiva de se trabalhar. É melhor focar em uma única tarefa por determinados períodos, como propõe a Técnica do Pomodoro? Ou trabalhar em pequenos intervalos, como defende Tony Schwartz?

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1 Comentário

  1. A questão principal que pode enganar MUITO é como percebemos o que é trabalho e o que não é trabalho. Como foi dito no penúltimo parágrafo.
    Se sua mente está operando de modo mais relaxado, qualquer hora pode ser produtiva; uma conversa descontraída pode gerar bons frutos.
    Agora, em uma linha de montagem, onde sua produtividade é extraída ao máximo, fica difícil manter a motivação, por maior que seja sua produtividade.
    Meu caso no Japão, nas primeiras semanas, demorava 2 minutos e meio por peça para realizar minha etapa na produção. Depois de alguns meses, eu realizava a MESMA coisa em 13 segundos!

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