Você já sentiu a frustração de ver o seu dia a dia muito diferente da vida que pensou para si? Eu já me senti várias vezes assim, frustrado com a vida…

As frustrações nascem de uma incongruência entre o que se vive e aquilo que se deseja viver.

Cada um tem vontades e aspirações próprias. O desejo de viver é livre e está dentro de cada um de nós, mas nossa realidade vai sendo “travada” pelos que nos ensinam sobre o que significa “dar certo”, “dar errado”, “ser possível” e “ser impossível”. Com o tempo, é comum que as pessoas simplesmente se limitem, em vez de lutar para conquistar o que realmente querem.

Essas “crenças limitantes” que levam à frustração com a vida começam na infância.

Falo por mim: ainda criança eu ouvia muito não de minha mãe. É verdade que ela estava sempre tentando me proteger (Obrigado, mãe!), e isso fez com que eu estivesse vivo e saudável até hoje. Ainda assim, é inegável que alguns desses “nãos” terminaram ficando em minha mente por mais tempo do que deveriam.

Era um tal de:  Não dá. Não pode. Vai dar errado. Vai faltar dinheiro. Não seja diferente das pessoas, você vai sofrer…

Depois, os colegas de escola começaram a me ensinar tudo o que eu podia e não podia fazer. Não chegavam a dizer, mas ficava claro que havia um “jeito certo” de ser, e que se eu fosse diferente as pessoas fariam graça comigo. O que hoje é bullying, naquela época era o normal…

O problema é que a vida passa e o “eu” foi se sentindo cada vez mais constrangido. O “eu de verdade”, aquele que só eu conheço, foi ficando frustrado com a vida.

Se era pra trabalhar no exterior, nunca daria certo – só sendo ilegal. Um tímido virar professor? Nunca! Passar em concurso público? Coisa para gênio…

Havia sempre uma voz da sociedade que fazia de tudo para se tornar parte de mim e dizer o que eu não podia fazer, já que daria errado. Eu estava me colocando pra baixo, e não notava…

Em algum momento da vida, com muita leitura, experiência e reflexão, percebi uma coisa sobre muito do que disseram que eu não podia fazer:  muitas vezes era exatamente o que eu queria! Se dava certo para outras pessoas, é claro que poderia dar para mim!

Hoje, ajudando milhares de pessoas pela internet, percebo que tem muita gente que vive nesse mesmo estado em que eu já estive, de permanente frustração – o que é muito triste. São pessoas com sonhos, objetivos, vontades, cheias de promessas de ano novo… mas que nunca veem a mudança de fato acontecer.

A questão é que, a não ser que você entenda o papel do protagonismo na sua vida, acabará sempre se colocando como vítima, como um produto do ambiente, sem nenhum tipo de controle.

Como sei disso? Eu mesmo vivi essa frustração durante muito tempo, como já contei.

Continue lendo para saber mais sobre:

  • O que é protagonismo e como ele pode mudar a sua vida
  • Como ser protagonista da sua história, acabando com o sentimento de frustração
  • A única pessoa responsável pela sua educação

Vamos começar entendendo de uma vez o que quero dizer com protagonismo.

O que é protagonismo e como ele pode mudar a sua vida

Pode ser o que for: morar no exterior ou morar com os pais, fazer esporte radical ou fazer meditação, ter um filho ou não ter um filho, casar ou separar, montar um negócio próprio ou passar em um concurso público…

“Você não pode!” ou “vai dar errado” são frases que seguem ecoando na cabeça de quem não assume o protagonismo. Sabe o pior? O sujeito segue frustrado com a vida, e não faz nada…

A solução?

Assumir o protagonismo!

Em sua origem, a palavra protagonismo vem de protos, que em latim significa “principal“, “o primeiro”, e de agonistes, que significa lutador, competidor.

Na televisão, cinema e no teatro, é um termo muito utilizado para se referir ao papel principal, aquele que assume o centro da história que se desenrola.

Aqui eu quero falar de protagonismo como referência às pessoas que decidem deliberadamente assumir o comando de suas próprias vidas, para direcionar seu futuro de forma intencional rumo a determinado objetivo. São os “lutadores principais” de suas vidas que fazem as suas próprias histórias se desenrolarem como desejam.

Protagonismo é a capacidade de se tornar agente principal da própria vida

Se você for como eu, em algum momento começou a querer se dividir em dois: aquele que faz as coisas que todos dizem que “vai dar certo” e aquele que deseja muito mais, mas tem medo de dar errado, da falta de aceitação, do fracasso.

O “eu de verdade” fica olhando aquele conhecido que teve coragem de ser diferente e fica querendo fazer o mesmo, mas tem aquela voz que diz que não…

Enquanto ficamos apenas imaginando “como seria bom ser como aquela pessoa”, sem nenhuma ação prática, não observamos nenhum resultado no mundo concreto. Na verdade, tudo o que vem é mais frustração com a vida.

Isso gera um ciclo vicioso, pois com a frustração ficamos desanimados, o que nos leva a agir ainda menos, reforçando o “não pode” e o “vai dar errado” dentro da nossa cabeça.

Te garanto: tudo isso muda quando assumimos a responsabilidade por nossos resultados, sem nenhuma mania de grandeza, sem querer controlar tudo, mas sabendo que se não entrarmos em ação, nada de fato acontecerá.

Parece expressão pronta de autoajuda, eu sei, mas te digo, por experiência própria:

Promova essa mudança. Resete sua mente. Reinicie seu corpo. SÓ VOCÊ PODE!

Sabe o porquê?!

Porque só você tem seus sonhos, suas vivências, seus traumas e suas expectativas.

Só você realmente pode viver o que você quer viver. E você deve viver, não apenas existir.

Não deixe para amanhã. Supere o medo. Supere a resistência. Assuma o comando de sua vida.

Como ser protagonista da sua história

Não mais frustrado com a vida: agora vivo.

Carlos, e como eu faço isso? Não tenho ideia de como começar!

Minha resposta é a seguinte: enquanto você está lendo esse texto, provavelmente pensou em algumas coisas que deseja da vida e algumas crenças que te limitam.

Algumas coisas que você quer viver, mas “não pode”, seja porque “não tem dinheiro”, “não tem tempo”, “o que os outros vão pensar?”, ou qualquer desculpa que você insiste em acreditar que é verdade.

Está frustrada/frustrado com a vida?! Só você pode resolver…

Se não tem dinheiro, vá atrás. Já fui mal remunerado e já estive desempregado – coisas da vida que são superáveis. Trabalhe com inteligência, torne-se mais valioso para o mercado e, após um tempo, a recompensa virá.

Pode acreditar nisso. Já pedi demissão e já fui demitido, mesmo trabalhando duro. Já trabalhei duro no setor público e no privado. Continuo trabalhando duro – como nunca antes. Com o tempo, acredite, as coisas começam a acontecer e o dinheiro que, em um dado momento parecia insuficiente, começa a fluir e permitir que você viva da forma como deseja.

Se não tem tempo, se organize. Acorde duas horas mais cedo todo dia. Medida simples para seu dia se tornar mais longo. No começo você vai ter mais cansaço… mas em pouco tempo acostuma!

Já me vi frustrado com a vida por não ter tempo para nada, já que trabalho como analista, sou professor de administração, editor do Mude, marido, filho… A solução? Comecei a acordar mais cedo. Fiz isso e o meu dia ganhou 2 horas: Carlos 26 Horas! rs

Se o seu “problema” é mais “o que os outros vão pensar?”… Bem, se você quer fazer algo diferente, o grupo social ao qual você pertence sempre trará rejeição.

É um mecanismo natural de proteção social: as pessoas convivem com os seus semelhantes e, quando alguém tenta ir além, termina sendo tragado de volta. Não é que essas pessoas lhe queiram mal, mas elas têm medo de perder um amigo, um semelhante. Não se preocupe tanto com esse medo dos outros.

Já pedi demissão de trabalhos que ninguém pediria, pois estava frustrado com a vida profissional (família e amigos me chamaram de louco…), para ficar desempregado depois. Tive um sofrimento imediato, mas o ganho no longo prazo foi enorme.

Já fui morar em países distantes e diferentes, como Noruega e França, morrendo de medo de como as coisas seriam. Mesmo sendo países excelentes, muitos me diziam que isso seria ruim para mim. Que perderia o contato com a família e os amigos. Que eu me arrependeria de não estar próximo de todos…

Se você começar a ter mais protagonismo na sua própria vida, terá que fazer coisas diferentes das que faz hoje. Isso vai gerar estranhamento nas pessoas com quem você convive, incluindo amigos, colegas de profissão e até mesmo familiares.

Essas rejeições fazem parte o jogo da vida, ninguém escapa delas, especialmente quando você muda de comportamento e começa a apresentar resultados. Se um amigo seu está acostumado a determinado comportamento desde sempre, é plenamente aceitável que tenda a rejeitar uma mudança sua, especialmente se for uma mudança que o tire de sua zona de conforto.

Não há nada de indigno nem de vergonhoso nisso. Seja como for, faça aquilo que é importante para você – desde que não esteja prejudicando outras pessoas.

Seu futuro profissional está na estabilidade do serviço público ou você quer os rendimentos do setor privado?  Quer ter filhos ou acha melhor nunca ter? Viva do seu jeito! Você pode!

Sabe o que pode te ajudar ainda mais a assumir o protagonismo de sua via? A educação.

A única pessoa responsável pela sua educação

Protagonismo - não mais frustrado com a vida.

Existem milhões de técnicas para você assumir o protagonismo da sua própria vida, porém, em última instância, tudo se resume a educar a si mesmo em busca de uma existência mais significativa.

Sou professor de administração e posso assegurar: a educação formal, no Brasil e no mundo, é um grande desafio. Ela tem, em geral, baixa qualidade, um custo inacessível para muitos e, o pior de tudo, uma eficácia duvidosa.

Em parte, isso se deve a ter sido concebida em uma época linear, repetitiva, segmentada, previsível e analógica. Esse tipo de educação massificada não é adequado para um mundo dinâmico, multidisciplinar, conectado e exponencialmente imprevisível.

Isso é resumido de forma magistral por Tiago Mattos no livro Vai Lá e Faz:

A escola tradicional, massifcada, pública e gratuita tem algumas ferramentas de controle que lembram muito uma fábrica.

Tem uniforme. Como uma fábrica.

Tem horário de entrada e saída. Como uma fábrica.

Tem apito para a entrada e saída. Como uma fábrica.

Tem tarefas sistematicamente repetitivas. Como uma fábrica.

Tem os estudantes distribuídos em linhas dentro da sala de aula. Como uma fábrica.

Tem o espelho de classe e o posicionamento definido. Como uma fábrica.

Tem um crescimento linear – série após série. Como uma fábrica.

Tem disciplinas desconectadas – física não tem nada a ver com artes, que não tem nenhuma relação com educação física. Como uma fábrica.

Tem um mesmo grupo de pessoas que diariamente convive num mesmo espaço, sob supervisão permanente de uma autoridade. Como uma fábrica.

Tem um adestramento através do comando/controle. Como uma fábrica.

E não é de se estranhar. Afinal, era esse o intuito do sistema de educação tradicional, pública, massifcada e gratuita: ser uma fábrica de pessoas que estivessem aptas a trabalhar em fábricas.

Em outras palavras, a educação tradicional não é pensada para gerar protagonismo. Foi criada justamente para o oposto: reforçar o “não pode” dentro das nossas cabeças, sem se preocupar com a consequência de gerar um trabalhador-padrão frustrado com a vida.

A solução é correr por fora e educar a si próprio. Coloque no papel ao menos três coisas que passaram pela sua cabeça quando lia o começo deste post. Três desejos verdadeiramente seus, que hoje estão frustrados. Veja que conhecimentos, habilidades e atitudes você precisa desenvolver para que eles se tornem realidade e comece a se educar para isso!

Quanto mais você se educa, mais age para diminuir o abismo entre quem você realmente é e quem apenas “está sendo”.

No final das contas você verá que, quando seu futuro for se tornando presente, seu trabalho será uma dádiva, e não um peso. Você terá tempo para ele, e também para o restante das coisas que você deseja. Você terá ótimos amigos, parecidos com você, e outros diferentes também.

Todos serão bem-vindos, porque você se assume exatamente como é e age. Segue em frente. Surfa a onda que vier.

VOCÊ PODE!

Vamos juntos!!

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Publicado por Carlos Xavier

Carlos Xavier adora desafios e vive encontrando espaço em sua vida corrida para realizá-los. Seja emagrecer 10kg em três meses, trabalhar no exterior ou aprender windsurf, encara e enfrenta sem medo seus desafios. Lifehacker por natureza.

42 Comentários

  1. Excelente texto. Vocês são realmente muito bons! Parabéns!

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  2. Putz, muuuito bom!
    Podia fazer desse texto o primeiro de uma série… que tal?
    Podia abordar aspectos mais específicos nos próximos.
    Inspirador, Carlos !
    Gratidão.

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    • Oi Erica!

      Vou pensar nisso! São muitos tópicos em mente para escrever e gravar vídeos, você verá! =)

      Abraço e até semana que vem!

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  3. Texto sensacional!! Parece que foi para mim!!
    Parabéns pelo texto!

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  4. Adorei o texto!

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  5. ótimo texto!

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  6. Amei o texto é o assunto abordado é de muita relevância, devemos cuidar com carinho do nosso emocional!

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  7. MT bom!!!! Concordo!!!!

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  8. Amei o texto. Parabéns

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  9. Parece que foi feito pra mim !
    Abraços, Carlos.

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  10. VOCÊ PODE! – Marcante e verdadeira!!

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  11. Muito bom e motivador!

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  12. Oi Carlos!

    Obrigada pelo texto e pela reflexão que me proporcionou… cheguei em casa hoje me sentindo exatamente assim: frustada!
    Já vou repensar algumas coisas aqui e buscar colocar outras em prática!
    Gratidão.

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    • Oi Paula!

      Fico super feliz de ter te ajudado a perceber melhor a situação e como sair dela.

      Farei outras reflexões que você pode gostar, ao longo das próximas semanas.

      Abraço e até lá! =)

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  13. Ameiiii o texto parabéns! esse texto vai me ajudar muito, continua mesmo assim gosto muito do seu trabalho. Um forte abraço thanks you…

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    • Oi Jonh!

      Que coisa boa que gostou do texto! Espero ter te ajudado a esclarecer essa situação em si próprio, para que possa buscar sempre os seus objetivos!

      Abraço!

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  14. O texto é ótimo, mas infelizmente não é tão simples por em prática. Eu evito sonhar demais justamente pela impossibilidade de realizar e para evitar a dor do fracasso quando não consigo o que quero.

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    • Oi Adilson,

      Esse mecanismo que você está demonstrando agora provavelmente passa pelo que está descrito no texto.

      Te proponho um desafio: estabeleça uma meta clara, algo que você hoje acha um “sonho”. Acorde todo dia e lembre-se do seu sonho. Pense nele também ao dormir. É um excelente passo para começar a fazer a cabeça realmente parar para pensar como torná-lo realidade, e não simplesmente perder a força precocemente. Ganhe autoeficácia com isso.

      Estou preparando um texto sobre isso, que será publicado em breve. Acompanha por aqui!

      Abraço!

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  15. Oi Carlos. Como vai?
    Li todo o seu artigo – maravilhoso – e, ao avançar na leitura revia-me em tudo o que lia. Todo o mundo pode mudar! Ou, poderia se…
    Há sempre aquele se que nos tolhe todos os movimentos e toda a vontade de mudar de vida e assumirmos a nossa própria pois, muitas vezes, temos que viver a dos outros. Por outro lado, não é fácil quando não se tem independência e já não somos jovens.
    Outro fator – penso que o mais importante – são as pessoas com quem convivemos e com as quais temos compromissos. O que eu penso é que não é fácil mudar quando há muitas limitações.
    Tema muito atual, muito bem escrito, muito explícito e, à medida que vamos lendo, julgamos que seria muito fácil mudar algo na nossa vida. Dicas muito importantes.
    Obrigada por compartilhar connosco a sua sabedoria e os seus sábios conselhos.
    Desejo-lhe um bom final de semana.
    PS. Acrescento que sou portuguesa e já não sou jovem. (1952)

    De qualquer forma é um tema muito aliciante

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    • Oi Maria Helena!

      Muito feliz de receber sua mensagem!

      Sua reflexão foi muito boa: é preciso escolhermos muito bem o que queremos da vida e quais as pessoas que queremos ao nosso redor. Concordo totalmente com você!

      Nas próximas semanas publicarei novos textos, acompanhe por aqui.

      Espero que goste!

      Abraço forte!

      Responder
  16. Oi Carlos
    Gostei do texto.mas estou na mesma situação da Maria Helena .não construí minha independência financeira.e hoje estou totalmente dependente financeiramente.com algumas limitações físicas. Tenho tentado ir atrás do que quero .mas tbm não sou tão nova.mas valeu pelo texto.

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    • Oi Ana!

      Entendo a situação.

      Realmente, cada um de nós enfrenta realidades e desafios destintos, e isso sempre deve ser levado em conta. Ainda assim, dentro das limitações de cada um, acredito ser fundamental que possamos assumir o protagonismo de nossas vidas.

      Abraço!

      Responder
  17. Carlos, boa tarde.

    Show, show, show excelente matéria.

    Me fez refletir como realmente gostaria de viver minha vida…

    Nível de The New York Times

    Responder
    • Oi Leandro!

      Show é o seu elogio, pelo qual só tenho a agradecer!

      É por essas e outras que trabalho com afinco: para ver as pessoas satisfeitas e progredindo!

      Abraço!

      Responder
  18. Incrível! Me fez mesmo repensar um monte de atitudes não muito legais que eu tomava sem perceber…haha! Parabéns pela postagem!

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  19. excelente texto, como me identifiquei com ele, preciso sair deste abismo que é a frustração.

    Responder
    • Isso mesmo Elton! Mudar a atitude é um excelente primeiro passo!

      Acompanhe mais dicas aqui no site! =)

      Responder
  20. Professor, estou cada vez mais satisfeito com as suas aulas e, agora também, com as suas publicações neste site. Em muitos trechos do seu texto, senti que eram feitos pra minha realidade. Obrigado mestre por trazer-nos motivação, força de vontade e, principalmente, o sentimento de que PODE e de que É POSSÍVEL alcançar aquilo que almejamos para nossas vidas. Acreditarmos em nós mesmos é fundamental. Muiiiito obrigado professor. Tenho o senhor como referência em muitos aspectos. Grande abraço.

    Responder
    • Oi Willian!

      Que coisa boa saber disso, meu amigo! Torço que você consiga atingir seus objetivos.

      Buscarei contribuir ao máximo para o seu sucesso!

      Abraço!

      Responder
  21. Bom dia Carlos.

    Me enquadrei demais em tudo que você mencionou nesse texto. Achei sensacional. Queria poder compartilhar de fato o que vivo hoje. Me ajudaria demais algumas palavras e compartilhamento de experiências como as suas. Se possível agradeceria demais. Desde já meu muito obrigado.

    Responder
    • Oi Túlio!

      Muito feliz que você tenha gostado do texto!

      Qual foi a situação que você viveu e que se identificou aqui?!

      Abraço!

      Responder

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