Chegamos ao sétimo dia do áudio curso Personal Power 2, de Anthony Robbins. Vamos recapitular um pouco os últimos dias.

O curso ensinou que a qualidade de nossas vidas está diretamente relacionada ao significado que atribuímos às coisas. Ao contrário do que costumamos pensar, nada em si é intrinsecamente bom ou ruim. Nossa interpretação é que faz algo se tornar assim.

Dessa forma, você pode mudar sua vida radicalmente mudando as associações de dor e prazer no seu cérebro. Isso pode ser feito tanto através do corpo quanto da mente. No caso da mente, o que importa é o que nós focalizamos e geralmente fazemos isso através de perguntas para nós mesmos.

Na aula de hoje, Tony Robbins afirma que o que determina as perguntas que costumamos nos fazer são nossas crenças e valores pessoais. Mas o que seria isso?

Bússola

Valores pessoais

Se você pudesse escolher apenas uma coisa na vida, optaria por sucesso, aventura, amor, conforto ou segurança?

Se pudesse evitar apenas uma dessas opções, escolheria evitar frustração, raiva, dor física, humilhação ou depressão?

Responder a esse tipo de pergunta ajuda a identificarmos quais são nossos valores pessoais.

Todos nós temos uma hierarquia de valores que guiam nossas vidas. Se uma pessoa valoriza aventura mais do que tudo, não vai pensar duas vezes quando alguém chamar para saltar de para-quedas. Porém, se o mais alto valor dessa pessoa for segurança, dificilmente ela irá topar.

Nossa mente avalia as experiências balanceando entre dor e prazer a depender dos nossos valores pessoais.

O problema é que muitas vezes temos valores conflitantes, o que gera uma certa confusão mental. Quanta gente você conhece que deseja ser rica porém também deseja conforto? Como fazer dinheiro em quantidades massivas sem arriscar um empreendimento ou um investimento?

Se você identifica seus valores pessoais, pode alterá-los. Se os modificar, seu foco mudará. Seu foco mudando, seu destino será outro!

Um detalhe importante: é preciso diferenciar valores-fins de valores-meios. As pessoas geralmente dizem que querem valores-meios: dinheiro, relacionamentos, família, carros. Mas na verdade, elas querem os fins que esses itens podem proporcionar: conforto, paixão, aventura, amor, excitação.

Mas de onde vêm nossos valores? Das experiências que temos na vida: dos nossos pais, da escola, da mídia, do trabalho, dos amigos, dos livros… a chave é estar consciente de que são esses valores que estão guiando nossas vidas, portanto precisamos escolhê-los com cuidado.

Crenças pessoais

Digamos que você tenha como mais alto valor o sucesso. Como você sabe se tem sucesso ou não?

Geralmente, elaboramos regras para nós mesmos. Dizemos: se eu for promovido de cargo, então terei sucesso. Ou, se abrir minha empresa, então terei sucesso. Se juntar um milhão de rais, então terei sucesso.

Crenças nada mais são do que regras, geralmente do tipo “se… então…”.

Mesmo pessoas que possuem os mesmíssimos valores podem ter crenças diferentes. Duas pessoas podem considerar que conforto é o valor mais importante. Uma acredita que terá conforto se conquistar independência financeira, enquanto outra acredita que terá conforto se passar em um concurso público.

O problema com as crenças é que muitas vezes definimos regras tão difíceis que nos mantemos afastados do sentimento que queremos!

Quem não conhece alguém que valoriza muito a beleza estética e não se sente feliz porque ainda precisa perder meio quilo de gordura? A crença dessa pessoa pode ser algo como: se eu tiver 10% de gordura corporal, então serei bonita.

As crenças também nos atrapalham quando fazemos falsas assunções. Quando dizemos “sou muito jovem para abrir uma empresa” estamos apenas com uma crença equivocada, que não se baseia em fatos concretos.

Nossas crenças determinam as perguntas que nos fazemos, portanto alteram nosso foco, e nossa vida.

Exercícios do dia 7

  1. Liste seus valores-fins perguntando-se: O que é mais importante na minha vida?
  2. Coloque-os em ordem de importância
  3. Liste agora os sentimentos e emoções que você faria de tudo para evitar
  4. Coloque-os também em ordem de importância, começando pelo que você faria de tudo para evitar
  5. Escreva suas crenças, perguntando-se: O que precisa acontecer para eu sentir essas emoções que listei? Faça isso tanto para a lista dos valores positivo quanto para a dos negativos
  6. Você avalia que alguma dessas crenças está limitando sua qualidade de vida? Se sim, que regras você está disposto a mudar agora para melhorar sua vida para sempre?

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