Se você planeja ir à Disney para conhecer um mundo de fantasias, castelos, príncipes encantados e princesas sonhadoras, fique esperto. Você está perdendo o seu tempo.

Sim, os Estados Unidos e seus parques temáticas têm um pouco de tudo isso, mas tudo isso parece uma cópia mal feita e plastificada quando comparado com o lugar onde tudo isso é verdade.

Se você quer realmente conhecer uma terra de fantasia e conto de fadas, seu destino deve ser Copenhagen, capital da Dinamarca.

Há alguns meses, desembarcamos no aeroporto de Copenhagen esperando encontrar mais uma daquelas belas capitais europeias, tipo Berlim ou Amsterdã.

O que encontramos lá, no entanto, nos deixou absolutamente deslumbrados.

Neste post, vamos revelar tudo o que encontramos e fizemos em quatro dias na capital da Dinamarca.

Continue lendo para saber sobre:

  • O dia em que encontrei guardas reais no meio da rua em Copenhagen
  • Por que Copenhagen é a terra dos contos de fadas
  • Os contos de Hans Christian Andersen
  • O Parque de Diversões que inspirou Walt Disney
  • A Revolução Verde de Copenhagen
  • A Cidade Livre de Christiania, uma realidade paralela dentro de Copenhagen
  • O roteiro de quatro dias que engloba tudo isso e mais o melhor restaurante do mundo

Ao final do texto, você vai querer trocar aquela sua passagem para a Disney por uma para Copenhagen, para conhecer castelos, princesas e parques de diversão “de verdade”.

O dia em que encontrei guardas reais no meio da rua em Copenhagen

(Sugiro que você leia este post ouvindo a fantástica Copenhagen Show Band, que encontrei lá no meio da rua)

Era nosso primeiro dia em Copenhagen. A ideia era sair do hotel e conhecer o famoso porto de Nyhavn, a poucos metros de onde estávamos hospedados.

Logo que saímos, vimos aquela agitação de pessoas, gente tirando foto, e um guarda de trânsito gritando alto com pedestres e motoristas para abrir caminho.

Logo atrás, vinha eles. Todos de preto, marchando em sincronia perfeita, com um X no peito, um fuzil na mão esquerda e aqueles famosos chapéus altos e felpudos.

Eram os membros da Guarda Real Dinamarquesa indo, no meio da cidade, rumo ao Palácio de Amalienborg, a residência oficial da rainha Margarida II.

Não tivemos dúvidas: começamos a seguir os guardinhas até eles chegarem ao lugar mais famoso e mais visitado de Copenhagen.

O que eles chamam de Palácio de Amalienborg na verdade é uma área grande com nada menos que quatro grandes palácios, uma imensa praça ao centro e a belíssima Igreja de Mármore ao fundo:

  • Palácio de Cristiano VII (Moltke): edifício sudoeste, para visitas oficiais
  • Palácio de Cristiano VIII (Levetzau): edifício noroeste, residência do príncipe Frederico até 2004
  • Palácio de Frederico VIII (Brockdorff): edifício nordeste, outrora residência da rainha-mãe Ingrid até sua morte em 2000. Atualmente é a residência do Príncipe-herdeiro Frederico e da Princesa Mary
  • Palácio de Cristiano IX (Schack): edifício sudeste, gabinete do Soberano desde 1967
  • Igreja de Mármore: oficialmente não é parte de Amalienborg, mas está tão pertinho que forma o cenário de fundo com os quatro palácios e, na minha opinião, é o prédio mais bonito.

Todos os dias ocorre a troca da guarda real, uma cerimônia que dura cerca de 30 minutos e é acompanhada por centenas de olhares (e celulares) curiosos.

A guarda real é um regimento do Exército Real Dinamarquês cuja única missão é proteger a rainha e os membros da família real.

E eles levam a sério: não hesitam em gritar com turistas que se aproximam demais ou que, por exemplo, sentam nos degraus do Palácio (foi mal, guardinha!).

Essa terra de príncipes e princesas, de castelos e igrejas monumentais, de guardas reais e frotas navais, inspirou um homem naquela cidade a escrever os mais famosos contos de fadas de todos os tempos.

Seu nome? Hans Christian Andersen.

Por que Copenhagen é a terra dos contos de fadas

Belezas de Copenhagen

As belezas de Copenhagen

Saindo de Amalienborg e caminhando alguns minutos pela Larsens Plads às margens de um dos muitos canais de Copenhagen, chegamos ao lugar mais bonito de uma cidade já linda.

Estamos falando de The Citadel Frederik’s Harbor, mais conhecida simplesmente como Kastellet.

Trata-se de uma imensa e bem conservada fortaleza do século XVII com construções que fazem qualquer parque temático americano parecer um plastificado cheeseburguer da McDonalds ao lado de um bom prato de comida de verdade.

Apenas dentro desse lugar, sem andar muito, você encontra:

  • Saint Alban’s Church: a primeira – e espetacular – igreja anglicana da Dinamarca
  • Churchill Park: um parque a céu aberto
  • Os Portões do Rei: duas passagens que guardavam as entradas originais da cidadela
  • Os bastiões do rei e da rainha
  • Armazéns e fábricas de pólvora
  • Uma prisão desativada
  • E até um moinho de vento!

Se você quiser saber especificamente sobre algum desses pontos turísticos, deixe um comentário que eu ajudarei no que puder.

É aqui que se encontra, também, a estátua mais famosa de Copenhagen: A Pequena Sereia.

Os contos de Hans Christian Andersen

Estátua da Pequena Sereia em Copenhagen

A estátua da Pequena Sereia, um dos pontos mais visitados de Copenhagen

O Patinho Feio. O Soldadinho de Chumbo. A Princesa e a Ervilha. A Rainha da Neve. E, claro, A Pequena Sereia.

Você pode até não conhecer Hans Christian Andersen, mas com certeza já leu ou ouviu falar de alguma de suas histórias de contos de fadas voltados para o público infanto-juvenil.

Esse dinamarquês, que morou boa parte da vida em Copenhagen, inspirou-se nas belezas e monumentos da cidade para criar histórias que resistem ao teste do tempo.

A contribuição dele para literatura infanto-juvenil é tão importante que a data de seu nascimento, 2 de abril, é o Dia Internacional do Livro Infanto-Juvenil.

Está gostando deste texto?

Além disso, o mais importante prêmio internacional do gênero leva o nome de Prêmio Hans Christian Andersen.

Para homenageá-lo, o filho do fundador da cervejaria Carlsberg, Carl Jacobsen, mandou fazer em 1909 uma estátua da Pequena Sereia, que foi prontamente colocada na região de Kastellet.

A estátua é bem pequena, tal qual a sereia, mas isso não impede que dezenas de turistas façam fila para tirar uma foto.

Ela ficou tão importante que acabou sendo alvo de vandalismo e de ativistas políticos, tendo até a sua cabeça arrancada certa vez.

Quando estivemos lá, por sorte, a estátua estava intacta.

Aliás, essa tradição de fantasia permeia toda a Dinamarca.

O mais antigo parque de diversões do mundo está no país, bem como o castelo onde se passa a história de Hamlet. E, em Copenhagen, encontramos o parque que inspirou ninguém menos que Walt Disney.

O Parque de Diversões que inspirou Walt Disney

Tivoli Gardens Copenhagen

Tivoli Gardens em Copenhagen, na foto de Stig Nygaard

A Disney hoje é uma das maiores empresas do mundo, um símbolo do jeito norte-americano de fazer filmes, contar histórias e – claro – vender bonequinhos derivados disso.

O que pouca gente sabe é que o parque de diversões que inspirou Walt Disney a criar a Disneylândia fica bem no centro de Copenhagen. Estamos falando do Tivoli Gardens.

O Tivoli foi inaugurado em 1843, sendo o segundo parque de diversões mais antigo do mundo (o mais antigo é o Bakken, na cidade dinamarquesa de Klampenborg, inaugurado em 1583).

Conta a história que, durante uma viagem a Dinamarca com sua esposa Lilly, Walt Disney visitou o Tivoli e ficou tão impressionado que imediatamente decidiu que a sua Disneylândia tentaria emular o mesmo clima de felicidade e diversão relaxada.

Quando entramos no Tivoli, percebemos que ali estava muito mais do que um parque de diversões. Além dos brinquedos, existem teatros, restaurantes, cafés, um palco grande para shows, muita área verde e até alguns animais.

Você pode optar por pagar só a entrada, sem incluir os brinquedos (como fizemos), ou comprar o ingresso que dá direito a tudo.

Se quiser, pode separar uma tarde inteira para conhecer o Tivoli, e ainda assim é provável que você não dê conta de ver tudo.

Na saída, cruzando a rua, você dá de cara com a Prefeitura de Copenhagen (Copenhagen City Hall ou Københavns Rådhus), um conjunto de prédios da administração municipal.

O prédio da Prefeitura é bastante bonito, mas lindo mesmo foi o que a administração da cidade conseguir fazer ao longo dos últimos anos, transformando Copenhagen em uma das melhores cidades do mundo para se viver, no que é conhecido como A Revolução Verde.

A Revolução Verde de Copenhagen

Bicicletas em Copenhagen

Você não pode deixar de pedalar em Copenhagen

Até agora falamos muito de fantasia e conto de fadas em um sentido metafórico, mas a verdade é que Copenhagen tem se tornado cada vez mais uma realidade antes apenas sonhada quando se trata de qualidade de vida.

Tudo começou com a crise do petróleo nos anos 1970. A população da cidade, sem condições de pagar gasolina, começou a exigir que os governantes apoiassem uma nova forma de transporte urbano: a bicicleta.

Sendo uma cidade quase que completamente plana, Copenhagen abraçou a bicicleta com quilômetros e mais quilômetros de ciclovias. Nascia ali a inspiração para se tornar uma cidade cada vez mais sustentável.

Os políticos firmaram um consenso de criar um plano para tornar Copenhagen uma cidade verde. Esse plano já assinado garante a continuidade dessa política até 2025, independentemente de quem assuma o poder.

Muitas decisões interessantes vieram desse consenso:

  • O objetivo das autoridades municipais é que no final de 2015, 50% dos deslocamentos urbanos sejam feitos de bicicleta. A cidade foi escolhida pela União Ciclística Internacional como a primeira Bike City do mundo.
  • Foi institucionalizada uma lei municipal em Copenhagen, em 2015, que todos os cidadãos devem ter um parque ou praia a menos de 15 minutos de casa a pé.
  • Outra lei obriga prédios com determinada área a instalarem telhados verdes (ou seja, cobrir o topo do prédio com plantas e jardins). A cidade estima a instalação de cinco mil metros quadrados de telhado verde por ano.
  • O objetivo final do consenso é que Copenhagen torne-se uma cidade carbono zero até o ano de 2025.

Nós alugamos bicicletas e passamos uma agradável tarde de domingo pedalando pelas ruas e pontes da cidade.

Sem muito esforço, saímos do famoso porto de Nyhavn, no centro da cidade, e cruzamos a ponte rumo à área onde fica o moderno prédio da Opera House.

No caminho, avistamos a mais alta torre da cidade, a Igreja do Nosso Salvador (Church of Our Saviour ou Vor Frelsers Kirke).

De longe você consegue ver a torre barroca, com uma espiral dourada que vai subindo até o topo.

Paramos as bikes e decidimos subir os 400 degraus escada acima, sendo que os últimos 150 são na parte externa da torre.

Se você sofre de claustrofobia, está visitando Copenhagen no inverno, tem medo de degraus velhos de madeira ou está muito gordo, não recomendo nada a subida.

Todo esforço, no entanto, tem uma recompensa. No caso, a belíssima vista do topo da torre para toda a cidade de Copenhagen. Porém, como só cabe uma pessoa por vez no topo dos topos, não dá nem para demorar muito lá.

Tempo suficiente, no entanto, para avistar uma estranha “favela” bem ali ao lado, no centro de Copenhagen.

Se você estava achando que a cidade era um completo paraíso para todo mundo, precisa conhecer a história da Cidade Livre de Christiania.

A Cidade Livre de Christiania, uma realidade paralela dentro de Copenhagen

A cidade livre de Christiania em Copenhagen

Só deu para tirar foto até a entrada de Christiania

Por mais que Copenhagen tenha sido eleita diversas vezes como uma das melhores cidades do mundo para se viver, existem algumas pessoas que jamais vão concordar com o estilo de vida moderno, com a economia capitalistas, com todas as regras de lei e ordem que o Estado impõe.

Em Copenhagen, essas pessoas ocuparam uma área militar em 1971 e ali fundaram a Cidade Livre de Christiania.

A ideia era criar um lugar para artistas, intelectuais, anarquistas, hippies e toda gente que não se conformava com o status quo que imperava naqueles tempos de Guerra Fria.

A coisa foi crescendo até que, em 1989, uma lei especial considerou Christiania como uma grande comuna relativamente independente de Copenhagen, respondendo diretamente ao Estado e não mais à Prefeitura local.

Antes de viajar para Copenhagen, lemos informações de que a área não era muito receptiva a turistas. Você não pode tirar fotos nem filmar lá dentro (deixe um comentário se quiser saber mais sobre Christiania).

Apesar disso, dá para se aproximar da entrada e já encontrar um pouco do que se espera lá dentro. Logo de cara, um aviso de que o consumo de drogas não é permitido pelas autoridades.

Soubemos que a questão de Christiania ainda não é ponto pacífico, sendo que há negociações em andamento que pensam até em retirar o caráter autônomo da região.

Como se vê, mesmo em uma das melhores cidades do mundo para se viver, a natural tendência humana para o conflito ainda persiste.

O que fazer em Copenhagen: roteiro de quatro dias

The Citadel Frederik’s Harbor, Copenhagen

The Citadel Frederik’s Harbor, em Copenhagen.

Agora que contamos um pouco da nossa história na cidade, vamos ver um roteiro de quatro dias sobre o que fazer em Copenhagen.

Antes de tudo, lembre-se que a Dinamarca é um país escandinavo, com temperatura média anual de apenas 10 °C.

A melhor época para ir é no verão, que foi o que fizemos. Nessa estação, as temperaturas médias costumam ser superiores a 21°C, principalmente em julho.

Os meses com maior índice de chuva são os entre junho e dezembro. O mês mais frio é fevereiro, com mínima de -2°C.

Copenhague é a cidade mais visitada dos países nórdicos, com 1,3 milhão de turistas internacionais em 2007, então você não vai encontrar dificuldades com informações turísticas.

Praticamente toda a população fala inglês, então você nem precisa mandar aquele “Dou you speak english?” antes de pedir qualquer informação.

Por fim, lembre-se de que a moeda lá não é o Euro, mas sim a Coroa Dinamarquesa. Assim que chegar ao aeroporto (que, por sinal, já foi eleito o melhor do mundo diversas vezes), troque seu dinheiro em uma casa de câmbio.

Dia 1: Nyhavn, Amalienborg e Kastellet

Kastellet, Copenhagen

Passeio em Kastellet, Copenhagen

Copenhagen (chamada também de Copenhague no Brasil ou Copenhaga em Portugal) em dinamarquês se escreve København, o que significa algo como “porto do mercador”.

Daí você já entende a importância dos portos e do comércio de mercadorias para a cidade. Um desses portos é justamente Nyhavn, que hoje é um ponto turístico bem no centro da cidade.

O lugar reúne uma série de barezinhos e restaurantes e é o ponto de partida para os passeios de barco pelos canais da cidade.

Nós pegamos um para fazer o tour e, da água, já conhecemos boa parte da estrutura da cidade. O passeio dura cerca de uma hora e a guia vai explicando em inglês os pontos pelos quais vamos passando.

Na volta, você pode seguir a pé ou de bicicleta alugada de Nyhawn para Amalienborg, para conhecer os palácios reais, a Igreja de Mármore e – se der sorte – ver a troca da guarda real.

Caminhando ou pedalando ainda mais para o norte, você finalmente chega a Kastellet, o lugar onde pode encontrar a estátua da Pequena Sereia, a igreja anglicana e toda a parte militar, incluindo um moinho de vento.

A sugestão é que, no final do dia, você retorne para Nyhawn para descansar e comer algo nos restaurantes que ficam à beira do canal no antigo porto.

Dia 2: Christiansborg e Tivoli

Chrstiansborg Slot, Copenhagen

Palácio de Christiansborg, único lugar do mundo a concentrar a sede dos poderes executivo, legislativo e judiciário de um país

Você já pensou se no Brasil o Presidente da República, o Presidente do Congresso Nacional e o Presidente do STF ocupassem o mesmo prédio?

Se, em vez da Praça dos Três Poderes, houvesse um “Palácio dos Três Poderes”?

Pois é exatamente isso que acontece na Dinamarca, o único país do mundo que concentra os três poderes em um mesmo prédio, o Palácio de Christiansborg (Christiansborg Slot).

No seu segundo dia de viagem, sugiro começar a manhã por esse belo e imenso palácio, que fica na ilha de Slotsholmen, bem no centro de Copenhagen.

De lá, antes do almoço, você consegue ir a pé ao Tivoli Gardens, o parque de diversões que citei anteriormente.

Você consegue passar facilmente uma tarde inteira no Tivoli, seja aproveitando os bares e restaurantes, seja curtindo os brinquedos e demais atrações disponíveis.

Na saída, cruzando a rua, aproveite para tirar uma foto na Prefeitura de Copenhagen (Copenhagen City Hall ou Københavns Rådhus) e no conjunto de prédios da administração municipal.

Ao redor dessa área, também há diversas ruas de compras.

Dia 3: Our Savior’s Church, Christiania, Opera House e o melhor restaurante do mundo

Opera House Copenhagen

A orla da Opera House em Copenhagen

A vista mais bonita de Copenhagen (ou pelo menos a mais alta) você encontra no topo da Our Savior’s Church, a igreja com a torre de 400 degraus sobre a qual falei antes.

Evite esse passeio se você sofre de claustrofobia, está visitando Copenhagen no inverno, tem medo de degraus velhos de madeira ou está muito gordo.

Da igreja você consegue ir a pé até a Cidade Livre de Christiania.

Não precisa ter medo da excentricidade do local, pois a área inicial, antes de entrar na comuna em si, é bem tranquila, até mesmo voltada para turistas.

Eu não entrei na comunidade, então não posso dizer como é lá dentro, mas sei que é proibido tirar fotos e fazer vídeos, além de o consumo de drogas (mesmo leves) não ser oficialmente permitido.

Saindo de Christiania, sugiro que você passe o final de tarde e início de noite na área da Opera House, um dos prédios mais bonitos de Copenhagen.

A orla que fica um pouco antes da Opera House foi reformada e hoje é cheia de bares e restaurantes para quem quer curtir o início de noite em um excelente clima e com uma paisagem deslumbrante.

Foi nessa região que viveu o escritor Hans Christian Andersen. Nessa área também fica o NOMA, considerado o melhor restaurante do mundo. Eu não fui, mas se você curte alta gastronomia, não pode deixar de ir.

Eu fiz todo esse percurso do terceiro dia de bicicleta alugada e é tranquilíssimo, mesmo para quem não está acostumado a pedalar.

Dia 4: Compras, Torre Redonda e Castelo de Rosemborg

Rosemborg Slot, Copenhagen

Castelo de Rosemborg em Copenhagen

Sempre que vou fazer um roteiro de viagem aqui para o Mude.nu, tenho que me lembrar de separar uma manhã ou tarde para as pessoas que gostam de fazer compras.

Em Copenhagen, as principais ruas de compras são as que ligam a área da administração municipal (em frente ao Tívoli) ao Porto de Nyhavn.

Nessa região, você encontra também a Torre Redonda, que é um dos pontos turísticos mais famosos da cidade, mas que sinceramente não me impressionou tanto (especialmente se comparada com a torre da Our Savior’s Church).

Se você realmente gosta de compras, sugiro deixar para a manhã do último dia. À tarde, você pode finalizar a sua estadia em Copenhagen visitando o Castelo de Rosemborg (Rosemborg Slot).

Esse pequeno e charmoso castelo fica entre três grandes parques, dentro dos quais você encontra também a estátua de Hans Christian Andersen, o Jardim Botânico de Copenhagen e três museus.

Se você tiver dúvidas sobre esse roteiro, ou quiser qualquer outra informação sobre Copenhagen, deixe um comentário logo abaixo que eu ajudarei no que puder.

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Publicado por Walmar Andrade

Criador do Mude.nu, Walmar Andrade é bacharel em Comunicação Social, com extensão em jornalismo on-line (UFPE), MBA em Planejamento, Gestão e Marketing Digital (FECAP-SP) e Master en Comunicación Empresarial (INSA-Barcelona). Escreve sobre comunicação e marketing digital no blog Fator W.

13 Comentários

  1. Uau! Estou com passagem marcada para Dinamarca daqui a 14 dias e esse texto vai ajudar muuuuito. Salvei aqui para ler com calma, obg!! :D

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  2. Que fotos lindas!
    Walmar, como vc faz os vídeos do site? Filma com celular mesmo ou tem uma câmera especial?

    Responder
    • Eu tenho uma câmera de mão, Isaltina. Mas esse vídeo aí da banda, por exemplo, eu filmei com um iPhone. Inclusive o áudio é todo do iPhone.

      Cada vez mais os smartphones vão deixando as máquinas de fotografar e as filmadoras quase desnecessárias, a menos que você seja um profissional de fotografia ou filmagem.

      Responder
  3. Concordo com tudo o que está escrito, já fui em Copenhague e a cidade é uma das mais bonitas que já vi na vida.

    Se não fosse o frio,toparia morar lá tranquilamente.

    Responder
    • Andre,

      Eu não fui na época do frio, fui no verão, e mesmo assim precisava usar casaco boa parte do dia. O inverno deve ser insuportável para nós brasileiros :)

      Responder
  4. Opa, vou para Copenhaguen, de 12 a 17/09; alguma sugestão / atualização no post?
    Muito obrigado e que escrita TOP1

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  5. Vou pra lá em setembro e não tinha ideia do que fazer em Copenhagen até achar esse site!! Excelente!!

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  6. Vou ficar em Copenhagen dois dias em agosto/2016 antes de fazer o Cruzeiro e depois terei praticamente mais 1 dia após o desembarque , meu voo de volta para o Brasil é as 18:10.
    Tens alguma sugestão para o quê deixar para ver neste último dia?

    Responder
    • Oi Rejane,

      Não tenho nenhuma sugestão para além do que botei no post não.. só inveja da sua viagem :P

      Abraços!

      Responder
  7. Olá!

    Estive na Dinamarca em julho/16. Espetacular!
    Todos os pontos citados são excelente e devem ser visitá-los.
    Incluo a torre Rundetarn que fica bem no centro da cidade. A torre não tem escadas e sim rampas que levam até o topo. durante a subida você encontrará algumas salas com exposições de quadros e outras artes. Preço 25 coroas.
    Também destaco a fábrica/museu da cervejaria Carlsberg, mesmo para quem não gosta de cerveja. Além de toda a história, tem um bar e loja com vários itens (Cervejas, camisas, bonés, copos e taças de primeira linha e preços bem sugestivos.
    Para quem gosta de futebol, vale a pena visitar o estádio do Copenhagen (Tellia Parken). Bem em frente do estádio tem um bosque espetacular.

    Grande abraço
    Ruy Junior

    Responder

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