Procrastinação é aquele velho e perigoso hábito de deixar para depois o que você deveria estar fazendo agora.

Todos nós procrastinamos e por um simples motivo: associamos mais dor ao ato de fazer aquela atividade do que a deixar de fazer. Vemos mais prazer em realizar qualquer outra coisa que não seja aquilo que estamos relutando em fazer.

Existe, no entanto, um ponto em que o jogo vira. O exemplo clássico, para milhões de brasileiros, é a declaração de ajuste anual do Imposto de Renda.

Quantas pessoas não procrastinam fazer a declaração por ser uma atividade extremamente chata? Mas não é verdade que chega um momento em que acabamos fazendo (para muitos, no último dia do prazo)? O que acontece nesse ponto de virada?

Mulher com preguiça

Quando a dor vira prazer

Nesse ponto de ruptura, não fazer mais a declaração de Imposto de Renda torna-se mais doloroso do que fazer. Por quê? Porque se você não fizer, terá que pagar multa, perderá dinheiro, tempo e outras complicações. Então acabamos fazendo.

Será que não poderíamos usar isso deliberadamente para procrastinarmos menos?

Uma dica excelente para o tratamento da procrastinação é dar a nós mesmos prazos mais curtos. Prometa ao chefe que vai fazer a atividade em um tempo menor ainda. Assuma um compromisso público com alguém que vai fazer até o dia tal. Crie pressão em si mesmo.

Outro truque é fatiar a atividade dolorosa e intercalá-la com prazer. Por exemplo, você pode definir que vai trabalhar por apenas 45 minutos no Imposto de Renda e depois, terá 30 minutos de descanso para fazer o que mais gosta. Trate como uma recompensa.

Lembre-se de trabalhar direto e exclusivamente na atividade dolorosa o tempo que for estipulado. Não trapaceie a si mesmo. Assim, a recompensa ficará mais gostosa e o truque começará a dar resultados no seu cérebro: ele estará continuamente associando o fato de você cumprir a obrigação a uma recompensa prazerosa no final. Experimente!

Receba as atualizações

1 Comentário

  1. Deixe a procrastinação de lado – http://t.co/2HIsK3A

    Responder

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *