Uma das alternativas que tem feito sucesso com fumantes de todo o mundo é o Cigarro Eletrônico.

O cigarro eletrônico, ou e-cigarro, é um dispositivo desenvolvido para simular o ato de fumar. Produz vapor inalável com ou sem nicotina e pode até possuir sabor. Ele proporciona uma sensação física semelhante a da fumaça do tabaco, embora não haja tabaco, combustão e fumaça. O mecanismo definitivamente substitui o hábito de fumar.

Atualmente, a maioria dos cigarros eletrônicos disponíveis para venda são reutilizáveis e contém peças de reposição ou peças recarregáveis. Porém, é possível também encontrar cigarros eletrônicos totalmente descartáveis, esses usados mais como uma versão de testes.

Existem muitas controvérsias sobre os seus efeitos positivos ou negativos e não há uma conclusão clara na ciência. Mas, como em todo mercado, existem alguns padrões de qualdiade.

Há muito cigarro eletrônico porcaria e muitas marcas clandestinas pelo mundo, dado sucesso que tem feito. No Brasil o e-cigarro foi proibido pela ANVISA.

As duas marcas mais conhecidas e de maior sucesso são o Blu e o Vapestick.

Você pode comprar cigarros avulsos, que duram umas 500 tragadas, ou pode comprar kits que podem ser recarregados em uma tomada, como se fosse um celular.

Infográfico: Como funciona o cigarro eletrônico

Como funciona o cigarro eletrônico (Clique na foto para ampliar)

Conheço pessoas que amaram e hoje só fumam eletrônicamente. Conseguem comprar através de amigos que viajam ao exterior ou compram quando vão. Alguns intercalam com cigarros normais. Não gostei do efeito porque não fumo mais, mas dá até vontade de tossir quando “traga”, sai uma fumaça meio de vapor e tudo mais. É impressionante.

Pode ser fumado em ambientes fechados, pois tem cheiro quase imperceptível, é muito suave e deixa um gosto bom na boca. Há uma luz azul na maior parte dos modelos destas marcas e isso chega a ser até estiloso e muito mais bacana que um cigarro de verdade. Várias “celebridades” aderiram.

Claro que aqui podem olhar meio torto e você pode ter que se explicar se fumá-lo em um restaurante, por exemplo. Eu acho a ideia boa, pena que foi proibido aqui no Brasil. As pessoas param de fumar mesmo! Deve fazer mal mas penso que nem se compara ao que faz o cigarro.

Certo que temos conflitos de interesse para comercialização aqui. Mas se a demanda aumentar logo autorizam.

Alguém já provou? Realmente funciona?

 

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